Palavra Ceia/2016

PALAVRA DA CEIA:

“Sementes de esperança e útero vazio: possibilidades de conexão.”
Sementes de esperança é Deus vindo até nós.  Jesus – aquele que não tem início e nem fim de dias, como diz a bíblia, entrou no limite do tempo.
Gosto de pensar na linha da história. Se pensarmos num linha infinita, sem início nem fim, a história da humanidade será uma minúscula parte nessa linha. E, num pontinho dessa linha da história Jesus nasceu(Sec I),  entrou no limite do tempo, viveu entre nós cerca de 33 anos, pagou o preço do nosso resgate e voltou para o Pai.
E em outro pontinho da história(Sec XXI) estamos nós beneficiados com a semente da esperança, experimentando, provando e testemunhando essa vida com Deus.  Isso foi firmado numa aliança inquebrável e fundamentada no Amor, pela entrega de Jesus que disse: “Ninguém tira a minha vida, eu espontaneamente a dou.”
“A conexão começa com o entendimento do sacrifício”.

Significado de aliança em Israel:
O casamento na cultura judaica iniciava com uma festa de noivado de vários dias, onde o noivo saía da casa do pai indo até à noiva, fazia com ela uma aliança que não podia ser quebrada. Ele voltaria para desposá-la, e a partir dessa cerimônia a noiva tinha uma certeza: “eu sou dele e ele é meu”.
Jesus fez um longo trajeto da casa do Pai até nós; um dote de alto preço foi pago para que fôssemos dele. Pouco antes de partir ele disse: “Não se turbe o vosso coração, credes em Deus e crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas e vou preparar-vos lugar. E quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo.”
Onde está o nosso coração nesse tempo de espera?
Onde estão os nossos olhos enquanto Ele nos prepara lugar?
O que temos trazido à nossa memória nesse tempo?
Na ocasião Jesus ceou com os discípulos e disse: “Fazei isso em memória de mim”.
Assim, devemos nos deixar ser impregnados da realidade de que pertencemos a Ele. Na alegria e na tristeza; na saúde e na doença; no exílio ou em casa; no lugar de banquete ou de luto, sempre seremos dele e Ele será sempre nosso!
Nenhuma voz deve nos afastar desse amor leal, nenhuma voz deve nos desviar a atenção de seu querer: estar onde Ele está (“A minha vontade é que onde eu estiver, estejam comigo aqueles que me destes”); de esperar por Ele; e de comer do pão e beber do vinho em família até que Ele venha, lembrando uns aos outros que somos dele e Ele é nosso.
“Fazei isso em memória de mim”.

Por Dione Mendes

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